Yo na cachoeira Berlin

River Blyde Canyon
Mas voltando a África do Sul, o país me surpreendeu desde a minha primeira visita em 2004. Esqueça o estereótipo que se tem da África selvagem e rústica, porque dependendo de onde nos encontramos nos sentimos em um país do primeiro mundo com estradas impecáveis, aeroportos gigantescos e metrópoles cosmopolitas. O país não está imune dos males que açoitam África, mas sem dúvida está à frente do resto do continente no seu combate. Também há aquela situação histórica que ainda demora algum tempo para ser superada, mas para o turista desatento e concentrado em suas férias essa tensão que anda no ar pode até passar despercebida.

Janela de Deus, Mpumalanga.
Nas terras altas de Mpumalanga
Para os amantes da vida selvagem o país tem inúmeras reservas naturais e parques nacionais em que se podem realizar safaris de carro, em jipe aberto, caminhando (tem doido pra tudo) ou de balão (quem pode pode). Neste meu primeiro começo de ano no continente Africano eu fui matar a minha curiosidade em um dos cartões postais da África do Sul, o Parque Nacional Kruger. O gigantesco parque se estende por 350 Km no sentido norte sul na fronteira com Moçambique e Zimbabwe, onde se diz existir a maior diversidade de animais selvagens de África. Vale a visita, mas depois de conhecer o Serengueti na Tanzânia a tarefa do Kruger de me impressionar ficou bem difícil.


Para os amantes do mar (e quem não gosta?) a África do Sul possui costa no litoral Atlântico que trazem as gélidas correntes marinhas da Antártida e onde se localiza a sempre viva, linda e liberal Cidade do Cabo. Na costa leste está o cálido Oceâno Índico e a cidade de Durban que representa uma fusão de África, Europa e Índia. Não faltam escolas de mergulhos, praias para praticar surf, kite-surf e wind-surf e baías para navegação de todos os tipos de embarcações.

Sai da frente! Parque Nacional Kruger.
Foto desde o refugio para observação de aves. Parque Nacional Kruger.
Em termos de infraestrutura turística o país conta com facilidades de primeiro mundo. Os lugares turísticos são sempre muito organizados e com acessos facilitados para pessoas de todas as idades. Os vendedores de artesanato têm sempre seu lugar determinado e não são chatos como é muito comum em diversos lugares turísticos noutras partes do mundo. Podem-se fazer reservas em centenas de hotéis e pousadas via Internet que vão dos mais luxuosos como o Seis Estrelas em Sun City a simples casas de família adaptadas para receber hóspedes de uma maneira bem agradável. A gastronomia, com uma extensa carta de vinhos locais, um excelente serviço e um preço pra lá de acessível tornam os restaurantes da África do Sul realmente especiais. Tambem existem estradas famosas por sua beleza como a rota dos jardins, a rota das vinícolas ou as estradas na região montanhosa de Mpumalanga a qual percorremos nas férias e de onde são as fotos desta postagem. A propósito se por acaso uma dia passar por lá não se atreva a desafiar sua namorada a saltar em um dos maiores pêndulos em canyon do mundo, pode ser que ela aceite, e aí meu amigo, você vai ter que pular.
The Big Swing - 68 metros de queda livre.
Caramba, mas que idéia a que eu fui ter!
Prontos? Yo não, perai, explica de novo, como é que é...
O grande salto
Radical !
4 comentários:
Ram, tudo na santa paz?, gostaria de convidá-lo para ser um colaborador do meu blog. Qual seu e-mail?. Mande notícias. Um abraço. Maurício.
kkkkkkkkkkkkk Não sei porque, mas fiquei com a sensação de que a melhor parte do salto ficou de fora desse vídeo...
beijão
Pois é Dea, quando perguntaram se queria comprar o DVD eu disse que não porque poderia filmar com a minha camera. Mas depois percebi que eles não filmam a queda se você não pagar pela filmagem. Até eu gostaria de ver a minha cara....kkkkkk
Da próxima vez, não economize, Ram Horizonte!!!
bjs
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